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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Alvinegro

“Muitos anos depois, o então tenente Porfírio da Paz definiu as cores do Corinthians como alvipreto. Nas cores do time, haveria uma simbologia que não desaparece: o branco representaria a alvura do grande amor que seus adeptos sempre lhe dedicaram e lhe dedicarão, num páreo dignificante de carinho e dedicação; o preto, as horas amargas do sacrifício e das lutas que se travaram durante a existência do clube.”

Corinthians, o time da fiel, de Orlando Duarte e João Bosco Tureta

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

São Paulo 1910

"Naquele 1910, segundo Barros Ferreira, a população da cidade era de 375 mil habitantes, em grande parte formada por imigrantes e seus descendentes, chegados ao Brasil em fins do século XIX. São Paulo contava com apenas 32.914 prédios, e o mais alto tinha três andares."

Corinthians, o time da fiel, Orlando Duarte e João Bosco Tureta

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Nancy II

“No ano anterior, ele lhe dera um pequeno medalhão de ouro em forma de coração. Neste ano, prevenido como sempre, vinha hesitando entre os perfumes importados à venda na Drogaria Norris e um par de botas de montaria. Mas Nancy tinha morrido.”

A Sangue Frio, Truman Capote

Balada dos Enforcados

“Irmãos humanos que ainda viveis,
Não sejais corações endurecidos;
Tendo pena de nós, pobres, talvez
De Deus sereis mais cedo merecidos”

Balada dos Enforcados, François Villon

Nancy

“Ela nunca ficara doente – nenhuma vez. [...] deitou-se na grama, ao lado do canteiro e agarrou seu gato, balançou-o acima dela, beijou-lhe o focinho e os bigodes.”

A Sangue Frio, Truman Capote

El Pasado II

“Juntos haviam conhecido professores, amigos, idiomas, trabalhos, prazeres, lugares de veraneio, decepções, costumes, pratos exóticos, doenças – todas as atrações que uma versão prudente, mas versátil, desse misto de surpresa e fugacidade que normalmente se chama vida podia oferecer-lhes”.

O Passado, Alan Pauls

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Inferno/hell/enfer

“L’enfer c’est les autres”.

Jean-Paul Sartre

Homem medida

“O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são enquanto são e das coisas que não são enquanto não são.”

Protágoras

Penso, logo existo

“Penso onde não me sou, sou onde não me penso.”

Jacques Lacan

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Capote

“Ela parecia um pouco mais nova do que realmente era – uns 10 minutos.”

A Sangue Frio, Truman Capote

Quereres

"O homem pode fazer o que quer, mas não pode querer o que quer".

Arthur Schopenhauer

Jornalistas

"Jornalistas vendem valores, não sapatos e camisas".

Javier Dario Restrepo

A caminho...

“Tenho sempre presente que a renovação é uma condição de vida. Nunca me satisfaz o que faço. Ainda sou um homem a caminho.”

Iberê Camargo, artista expressionista

Filosofia

"Um filósofo nunca é capaz de se habituar completamente com este mundo. Para ele, o mundo continua a ter algo de incompreensível, algo até de enigmático, de secreto."

(O mundo de Sofia - Jostein Gaarder)

Nada

“Ninguém é nada o tempo todo.”

(Entre as Mulheres – Rafael Cardoso)

A Mediadora II

"Não há no céu fúria comparável ao amor transformado em ódio nem há no inferno ferocidade como a de uma mulher desprezada.”

(A Mediadora – Meg Cabot)

A Mediadora I

"...Meu sangue, que eu tinha começado a suspeitar que havia se congelado nas veias, pareceu subitamente correr de novo...e foi como se o mundo que tinha estado fora do eixo, subitamente se ajeitasse..."

(A Mediadora – Meg Cabot)

El Pasado

"A separação também pode fazer parte de uma história de amor."

(O Passado – Alan Pauls)

Paixão chamada jornalismo 2

"O jornalista é, na verdade, um ser sensível, meio louco, meio poeta, angustiado, comprometido com seus ideais."

(
Quem, quando, como, onde e por que? – Edgard de Oliveira Barros)

Madame Bovary

"Pois, calmamente, um dia depois do outro, uma primavera atrás de um inverno, um outono em cima de um verão, a coisa foi-se passando, pouco a pouco, gota a gota; tudo sumiu, tudo fugiu, tudo desceu, como se diz, porque no fundo sempre resta alguma coisa, assim...um peso aqui no peito!"

(Madame Bovary - Gustave Flaubert)