A Sangue Frio, Truman Capote
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Nancy II
A Sangue Frio, Truman Capote
Balada dos Enforcados
Não sejais corações endurecidos;
Tendo pena de nós, pobres, talvez
De Deus sereis mais cedo merecidos”
Balada dos Enforcados, François Villon
Nancy
A Sangue Frio, Truman Capote
El Pasado II
O Passado, Alan Pauls
terça-feira, 29 de julho de 2008
Ichi Rittoru no Namida
Depois de assistir e derramar “um litro de lágrimas”, não consigo parar de perguntar, “por qual motivo estamos vivendo?”. Até onde devemos chegar? Pelo que devemos lutar? No que podemos acreditar? E as respostas...ah, as respostas, eu receio que jamais vou encontrar.
Acredito que para todo sofrimento exista uma recompensa, um aprendizado. Eu sei que tudo que já passei não é nem metade do que muitos outros passaram ou ainda vão passar. Mas é o fardo que posso carregar com toda minha dignidade. É o fardo que me fez/faz enxergar que eu ainda tenho muito o que aprender, tenho muito pelo que lutar e que eu ainda posso, apesar de tudo, acreditar em muitas coisas.
A chave pra felicidade talvez seja ter esperança e lutar por aquilo que acreditamos. Talvez, apenas talvez. Mas se não for isso, então, o que pode ser? Por que estou aqui? Por que estou vivendo? A vida não pode ser passageira, descartável...e se for, por que sofremos? Por que...? São tantos porquês.
*Em português, a série se chama Um Litro de Lágrimas e conta a história de Aya Ikeuchi, uma menina de 15 anos que descobre sofrer de Degeneração Espinocerebelar. Com o tempo, quem sofre dessa doença progressiva, perde os movimentos dos quatro membros, a fala e, aos poucos, o organismo todo fica debilitado. A série é inspirada na história real de Aya Kito, que sofreu durante 10 anos com a degeneração.
(28 de julho de 2008)
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Paixão
Amo estar apaixonada e estou todos os dias. Por tudo que faço e por todos que amo. A paixão é meu combustível, meu motivo pra sair do lugar.
E, se um dia isso acabar e a paixão não existir. Então, eu não existo mais também.
(21 de julho de 2008)
1 ano
Se hoje eu sou forte, devo muito a você. Minha mãe, meu exemplo.
Você me ensinou a enfrentar o mundo e encarar as coisas como elas são. Afinal, pra tudo existe uma solução. Você me mostrou que o sofrimento é inevitável, mas que é possível passar por ele sem perder a dignidade.
(18 de julho de 2008)
Longe...
(17 de julho de 2008)
Corinthians
Osmar Santos
Pacaembu debut
E do alto daquela arquibancada cinza, era possível reconhecer os jogadores pela fisionomia, ver a bola rolar, acompanhar as defesas, os ataques e passes. E na hora do gol, a sensação é quase indescritível. Sábado, Dentinho marcou para o Corinthians, correu para a linha de fundo (bem na arquibancada que eu estava) e, logo depois, os outros jogadores se juntaram a ele. É uma vibe sem explicação que só quem curte o bom e velho futebol vai entender.
(07 de julho de 2008)
Saber o sabor
“Viver só vale à pena quando provoca saudade de querer fazer de novo só porque é bom.”
Saber o sabor – Biquíni Cavadão
Destino, acaso
Será que destino existe? Será que tudo realmente está escrito?
Observando os últimos acontecimentos, eu, que sempre pensei acreditar nele, sou obrigada a dizer que talvez não. Não exista. Nos últimos dias, parei pra pensar e refletir. E cheguei à conclusão – nada conclusiva - que muitas coisas teriam acontecido ou deixado de acontecer por um simples detalhe. Um simples acaso.
Aquele encontro que você perdeu, o telefonema que você não atendeu, a pessoa que você não conheceu....enfim, simples detalhes que são capazes de mudar uma vida. Um destino. Que são capazes de unir e separar vidas e destinos.
Sempre aplico essas reflexões na minha vida e seus acasos. No meu destino indefinido. E são tantos “e se”, que nem sei por onde começar.
E se não tivesse sido contratada na Band?
E se não tivesse reencontrado a Priscila?
E se não tivesse respondido aquele scrap?
E se não tivesse...e se não tivesse?
Na verdade, não quero saber. Gosto do rumo que minha vida tomou e sei que muitos acasos serão responsáveis por modificar meu destino. Para sempre indefinido. Poderia passar dias, semanas, meses ou anos escrevendo sobre o assunto. Nunca chegaria a uma conclusão. E jamais saberia se existe destino ou acaso.
(01 de julho de 2008)
Scarlett + Woody
"A personalidade, a voz, a aparência, os olhos, o peso, os lábios. Tudo combina de um jeito que é maior do que a soma das partes - e olha que estamos falando de partes sensacionais".
Woody Allen sobre Scarlett Johansson em entrevista à Revista S.A.X.
Britney
“Britney é a síntese do paradoxo da fama: amá-la, odiá-la, jamais ser capaz de deter seu poder de destruição."
Revista Rolling Stone de março de 2008.
1(2) 9(0)
Homem medida
Protágoras
Marshall
“Marshall parece não conseguir se livrar do que, reconhece, é um hábito que a acompanha pela vida toda: sempre repete a mesma pergunta sofrida a qualquer pessoa que esteja em sua presença – ‘Você está bravo comigo?’”
Revista Rolling Stone de abril de 2008.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Copa do Brasil parte III
E foi exatamente isso que eu vi ontem, na Ilha do Retiro, durante a final da Copa do Brasil entre Sport e Corinthians. Vi tudo que não queria ver, tudo que não podia acontecer.
Tomar um gol não era tragédia. Ainda era vitória. Tomar dois não era o ideal. Ainda era reversível. Mas não para o Timão. Não para aquele Timão apático e defensivo.
Não vou dizer que o Sport não mereceu. É claro que mereceu...jogou o que vinha jogando em toda a Copa do Brasil, exatamente o que o Corinthians não fez. Confesso que acho que o time pernambucano ganhou uma ajudinha do juiz, mas isso não justifica. Aquele futebol alvinegro não foi nem metade do que deveria ser. Nem metade do que tem sido.
Agora, além de amargar até hoje o resultado daquele jogo contra o Grêmio, no dia 2 de dezembro, seremos obrigados a ver o Sport disputar a Libertadores 2009. Onde nós deveríamos estar...e só não estaremos porque não fomos fortes o suficiente.
Lamentável.
(12 de junho de 2008)
Copa do Brasil parte II
Não tenho dedicado muitas horas para descobrir a resposta, mas acho que será difícil desvendar esse mistério. Embora eu adore assistir às partidas e esteja louca para gastar um dinheirinho e ir ao estádio, não consigo entender porque eu - e mais 4521458 milhões de pessoas no mundo - gosto tanto desse esporte.
Ontem, durante o primeiro jogo da final contra o Sport, o Corinthians me fez, de novo, sentir orgulho de ser corintiana. A cada gol, o hino do Timão disparava e me fazia sentir um arrepio, daqueles de deixar cabelo em pé.
Ontem, eu passei 90 minutos com o coração na boca, batendo acelerado. Daqui a seis dias, espero, ao fim dos próximos 90 (ou de repente mais) minutos poder gritar o "É campeão!" que, já há algum tempo, anda entalado na minha garganta - e na de 4521458 milhões de torcedores corintianos.
E, mais uma vez, eu pergunto:
“O que será que me dá Corinthians, que me transborda o peito, que me desacata...”
Osmar Santos
(05 de junho de 2008)
Copa do Brasil parte I
Ontem, na partida contra o Botafogo por uma vaga na final da Copa do Brasil, eu liguei a televisão com a consciência de que seria mais fácil o Corinthians sair do Morumbi lotado com mais um fracasso nas costas.
Mas pra minha sorte, esse foi um ledo engano.
Ojogo começou truncado, os dois times entraram prontos para ficar com a vaga. No primeiro tempo, eu tinha certeza que era o Botafogo quem ia disputar a final da Copa do Brasil.
Com o primeiro gol do Corinthians, marcado da forma mais pacífica possível por Acosta em sua camisa 25, eu comecei a acreditar que uma reviravolta seria possível. Mas nem três minutos depois, o Botafogo aproveitou a falha do quase infalível Felipe e marcou também.
Alguns minutos depois, Dentinho sofreu uma falta perto da grande área, ótima oportunidade de gol. Na falta de André Santos, suspenso, Chicão resolveu bater. O zagueiro surpreendeu, bateu com perfeição e marcou o gol que levaria o Corinthians à disputa de pênaltis.
Vou confessar, os minutos finais do jogo, eu não assisti. Depois descobri que eles não existiram. O árbitro (vacilão) Evandro Rogério Roman encerrou a partida aos 44 minutos do segundo tempo.
Vou confessar também que, com a disputa nos pênaltis, eu voltava a acreditar que a classificação ia acontecer. Afinal, o quase infalível Felipe não ousaria falhar duas vezes em uma única noite.
E assim foi. Acosta, Herrera, Chicão, Nilton e Alessandro fizeram a parte deles. Assim como Felipe fez a sua e pegou o último pênalti cobrado pelo Botafogo.
Eu quase não acreditei que o Corinthians finalmente disputava - e ganhava - uma vaga na final de um campeonato. Sabe-se lá porque meus olhos se encheram de lágrimas e, de repente, um sentimento intenso de orgulho invadiu meu peito. Como há muito tempo não acontecia.
(30 de maio de 2008)
Capote
A Sangue Frio, Truman Capote
Gone
É normal, acontece com qualquer um. Afinal, o destino – ou qualquer coisa equivalente a ele – é algo que foge do nosso controle e quando isso acontece nossos desejos não são suficientes.
(9 de abril de 2008)
Saudade...
De quem ta perto.
De quem ta longe.
De quem ta perto, mas parece longe.
De quem ta longe de estar perto.
Saudade...
Que não tem cura de alguém que não volta mais.
(24 de março de 2008)